Defesa Vegetal

Área Livre de Sigatoka Negra

Informações

A Sigatoka Negra da bananeira afeta o crescimento e produtividade das bananeiras provocando perdas de até 100% da produção. As principais vias de disseminação têm sido folhas infectadas colocadas entre os cachos ou pencas de banana para prevenir ferimentos, utilização de mudas infectadas e/ou oriundas de região com histórico da doença e principalmente vento, que carrega os esporos do agente causador a longas distâncias. Além disso, os esporos podem aderem à superfície de frutos, madeira, papelão, plásticos, tecidos e veículos.

O trabalho da Adagri consiste em fazer monitoramento constate da área e fiscalizar a entrada de produtos nas barreiras de fiscalização fitossanitárias.

 

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Área Livre

Informações

É uma área na qual uma praga especifica não ocorre, demonstrado pela evidência científica e na qual, esta condição está sendo oficialmente mantida.
Sete municípios fazem parte da área livre do Ceará, são eles: Aracati, Icapuí, Itaiçaba, Jaguaruana, Russas, Quixeré e Limoeiro do Norte, cobrindo uma área de cerca de 5.676 km2. Com o objetivo de aumentar a proteção da Área Livre, uma área tampão é formada por todos os municípios adjacentes que são: Fortim, Beberibe, Palhano, Morada Nova, Tabuleiro do Norte e São João do Jaguaribe, que juntos, somam uma área de 6.346 km2.
A manutenção do status de área livre é resultado de um trabalho integrado pelo setor produtivo, Adagri e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

 

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Uso Correto e Seguro de Agrotóxico

Informações

O uso abusivo e indiscriminado de agrotóxicos e afins representa um desafio para o poder público e a sociedade, tendo em vista suas graves conseqüências para a saúde da população e do meio ambiente.

Os agrotóxicos são importantes para a proteção das plantas em relação ao ataque de pragas e doenças, no entanto podem ser perigosos se forem utilizados de forma errada. A preocupação vai desde o momento da aquisição do produto até o destino das embalagens vazias. A seguir apresentamos algumas orientações a serem seguidas em todas as etapas da utilização de agrotóxicos:

Aquisição: Consulte um Engenheiro Agrônomo, para que ele faça uma avaliação da situação da sua lavoura, em relação a pragas e doenças e indique o produto mais apropriado através do receituário agronômico. Na hora da compra, exija a nota fiscal, examine o prazo de validade, não aceite embalagens danificadas, verifique se as informações de rótulo e bula estão legíveis, certifique-se de que o vendedor informou ,na nota fiscal, o local onde as embalagens vazias devem ser devolvidas. Adquira também, se não possuir, o equipamento para sua proteção individual – EPI, lembre-se que o uso de EPI é obrigatório!

Transporte: Os cuidados com o transporte de agrotóxicos visam diminuir os riscos de acidentes. Procedimentos para o transporte de agrotóxicos:

 

– O veículo recomendado é do tipo caminhonete e deve estar em perfeitas condições de uso (freios, pneus, luzes, amortecedores, extintores etc);

– As embalagens devem estar organizadas de forma segura e cobertas por uma lona impermeável, presa à carroceria;

– Nunca transporte embalagens danificadas ou com vazamentos;

– É proibido o transporte de agrotóxicos dentro das cabines ou na carroceria, quando esta transportar pessoas, animais, alimentos, rações ou medicamentos;

– O transporte deve ser feito sempre acompanhado da nota fiscal do produto e cumprir a legislação que trata do transporte de produtos químicos perigosos.

 

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Cochonilha-do-Carmim

Informações

A Cochonilha-do-Carmim é uma praga que ataca a palma forrageira, usada na alimentação dos rebanhos bovinos, caprinos, ovinos e outros animais nos períodos de estiagem. A praga deixa a planta debilitada provocando o amarelecimento, seca e morte das raquetes em curto espaço de tempo.
O trabalho da Adagri consiste em fazer levantamento detalhado da ocorrência da cochonilha-do-carmim nos municípios que cultivam palma forrageira no Estado do Ceará; a aplicação de planos de contingência visando a erradicação nas áreas infestadas, o monitoramento através do controle de tráfego de vegetais e animais nas áreas de risco e a conscientização do setor produtivo em relação à praga.

 

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